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TCU determina que empresa revele o quanto pagou a Sérgio Moro

“Repudio as insinuações levianas do Procurador do TCU a meu respeito e lamento que o órgão seja utilizado desta forma” - Sergio Moro

30/12/2021 às 09h25
Por: Gideone Rosa Fonte: Jornal Opção/JN
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Ex-juiz responsável pela Operação Lava-Jato, o político nega que tenha atuado em casos de conflito de interesses | Foto: Agência Brasil
Ex-juiz responsável pela Operação Lava-Jato, o político nega que tenha atuado em casos de conflito de interesses | Foto: Agência Brasil

Por Dayrel Godinho 

Empresa Alvarez e Marsal, onde o ex-juiz atuava no setor privado, esteve envolvida com a recuperação judicial da empresa Odebrecht, uma das empresas alvo na Operação Lava-Jato 

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que o escritório Alvares & Marsal revele o quanto que foi pago ao ex-ministro da Justiça e ex-juiz federal Sérgio Moro (Podemos) depois que ele deixou a empresa para ser pré-candidato à presidência da República. O político nega a acusação e diz que não enriqueceu no setor público e nem no setor privado.A determinação é do ministro Bruno Dantas, que acolheu um dos pedidos do Ministério Público Federal (MPF).

O MPF solicitou a investigação por causa das decisões judiciais que foram tomadas pelo ex-juiz frente aos acordos de leniência da Odebrecht, que era uma das empresas alvo da Lava-Jato, e que é representada pela Alvares & Marsal nestes acordos. Além do despacho, o ministro Dantas ainda determinou que seja feito um levantamento de todos os processos de recuperação judicial em que a empresa atuou desde o período da operação, com ordem cronológica para acompanhar a evolução dos negócios da companhia.  

Em despacho anterior, Bruno Dantas já afirmou que os atos de Moro “naturalmente” contribuíram para a quebra da Odebrecht – e quer saber se a Alvarez & Marsal foi beneficiada por eles ao se envolver na recuperação da empreiteira e de outras organizações investigadas sob o comando do ex-juiz, que deixou a empresa para se filiar ao Podemos no final de outubro. Em nota, o ex-ministro disse que não atuou em casos de conflito de interesses e que não enriqueceu no serviço público, nem no setor privado. “Repudio as insinuações levianas do Procurador do TCU a meu respeito e lamento que o órgão seja utilizado desta forma”, disse o pré-candidato.  

Com informações: Jornal Opção

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