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Geral Milho

A safrinha sem cigarrinha

O grande problema na cigarrinha é sua capacidade de migrar e se reproduzir com muita rapidez

07/12/2021 às 10h31
Por: Gideone Rosa Fonte: JN
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Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A agricultura brasileira por suas constantes mudanças climáticas, somada a alta produtividade em função das demandas de alimento do mundo, enfrentam todos os dias desafios. Somos um país de quilômetros de distância e com características diferentes em alguns aspectos e muito similares em outros. Em comum, a pressão de pragas. Qualquer região que se cultive milho é uma forte candidata às pragas, como destaque o percevejo-barriga-verde e a cigarrinha, responsáveis pela falta de sono de muitos produtores. Mas, é possível uma safrinha de milho sem cigarrinha? A melhor resposta para essa pergunta está no manejo constante da área com a utilização de soluções que auxiliem no controle e eliminação dela, mantendo ou até mesmo maximizando a produtividade.

Em breve viveremos, em alguns estados, a época do milho-safrinha que vem ganhando cada vez mais espaço como oportunidade de rotação de cultura após a colheita de soja, feijão, por exemplo. E para que essa cultura se desenvolva de forma interessante é necessário que haja disponibilidade de água, um solo bem manejado. Daqui a pouco iniciam os períodos de maiores temperaturas e umidade, e com ele o aumento da pressão das pragas, que por seu perfil de alta intensidade se multiplicarão, fazendo "pontes" até o milho de segunda safra ou safrinha.     

E é neste momento que a cigarrinha do milho (Dalbulus maidis) ganha ainda mais espaço. Seus danos são severos, afinal elas são vetores de fitopatógenos como os Mollicutes, a principal causadora do complexo de enfezamentos do milho, prejudicando a translocação de nutrientes, além de formação de espigas, enchimento dos grãos, levando a uma redução de produtividade considerável e prejuízos ao produtor. 

O grande problema na cigarrinha é sua capacidade de migrar e se reproduzir com muita rapidez e passando a infestar outras áreas vizinhas com grande velocidade. "Hoje os produtores contam com formas eficientes de combater esta praga através do Manejo Integrado de Pragas. Além do manejo e da observação precoce do campo, é indicado escolher híbridos com menor suscetibilidade à praga, o tratamento de sementes, bem como aplicações foliares de inseticidas em intervalos adequados, desde a emergência da planta.", explica Débora Prado, Gerente de Cultura Centro-Sul da FMC.

Para apoiar no manejo correto e na eliminação desta praga a FMC TEM produtos e tecnologias como o inseticida Talisman®, uma importante ferramenta no manejo de resistência, que mantém as populações de cigarrinha em níveis baixos, diminuindo o risco de severidade e contaminação das lavouras, devido a sua grande potencialidade de controle e eliminação. Além disso, ele também atua de maneira ampliada, se tornando uma aliada no controle do percevejo-barriga-verde, incluindo ovos e ninfas, com efeito residual, além de pulgões. E para o tratamento das sementes Rocks®, que entrega mais vigor à planta e qualidade à semente. 

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