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terça-feira, 16 de junho de 2020

Produção industrial de Goiás cresceu 2,3% em abril em relação ao mês anterior, ano 2020

Os bons resultados anima governo e a classe política

Segundo levantamento realizado pelo IBGE, enquanto a produção industrial nacional apresentou recuo de 18,8%, Goiás registrou alta de 2,3% em abril deste ano

Representando o setor produtivo no Poder Legislativo e acompanhado de perto a realidade econômica de Goiás diante da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), Lissauer Vieira (PSB)(foto), comemorou o resultado da Pesquisa Industrial Mensal Regional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta semana. De acordo com o levantamento, a produção industrial de Goiás cresceu 2,3% em abril ante março deste ano. E ainda, o superávit da balança comercial do Estado, que em maio foi de US$ 544 milhões, número 92% maior que o registrado no mesmo período do ano passado e que representa recorde histórico para o Estado.

Apesar dos reflexos negativos provocados ao setor econômico do estado em razão da pandemia, o presidente do Legislativo goiano ressaltou os resultados e afirmou que eles comprovam a pujança e a capacidade produtiva de Goiás, mesmo em “tempos de adversidades”. “Vivemos tempos de muita incerteza e dificuldade econômica para diversos setores da nossa economia. No entanto, ao ver esses resultados positivos para o nosso estado, comprovamos a força do nosso setor produtivo e a nossa capacidade de superação, mesmo em tempos de adversidades”, disse Lissauer.

De acordo com o levantamento do IBGE,  o resultado positivo em Goiás contrasta com o rendimento da produtividade nacional, que registrou recuo de 18,8% na mesma comparação. O aumento da produtividade das indústrias extrativistas no estado foi de 39,3%; o da fabricação de produtos alimentícios 4,0% e o de produtos farmoquimicos e farmacêuticos, 6,7%. Além desses, a fabricação de produtos derivados do petróleo e de biocombustível também contribuiu para os números positivos apresentados em Goiás, com alta de 8,8%.

Ainda segundo a pesquisa, no acumulado de 2020 a produção industrial goiana registrou um recuo de 0,7% e, já no acumulado de 12 meses, a variação é de positivos 2,6%. De 15 locais analisados pelo IBGE, apenas Goiás e Pará registraram índices positivos no quarto mês deste ano.

Novas indústrias

Recentemente, no Dia da Indústria, celebrado em 25 de maio, o chefe do Poder Legislativo participou da solenidade de assinatura do protocolo de intenções para instalação de 24 empresas em 19 municípios goianos. Entre eles, Itajá e Rio Verde, representados pelo parlamentar na Casa de Leis. De acordo com Lissauer, as novas empresas deverão injetar na economia goiana R$ 1 bilhão, além de gerar mais de 12 mil empregos diretos e indiretos e expandir significativamente a capacidade produtiva no estado.

“Serão cerca de R$ 1 bilhão incrementados na nossa economia com a instalação dessas novas indústrias. Sem dúvidas, um grande presente para Goiás diante desse momento que estamos vivendo. Além de fortalecer a nossa economia, a chegada dessas 24 empresas ainda contribuirá muito para geração de milhares de empregos em diversos municípios goianos, bem como expandir em grande escala a nossa cadeia produtiva”, afirmou o presidente da Alego.

A instalação das indústrias ocorrerá em 19 municípios, distribuídas em todas as regiões de Goiás, com destaque para o Norte, Nordeste e Entorno do Distrito Federal. Serão contempladas com a chegada das empresas as cidades de Vianópolis, Anápolis, Mara Rosa, Panamá, São Miguel do Araguaia, Catalão, Trindade, Hidrolândia, Nova Crixás, Cavalcante, Nerópolis, Abadiânia, Rio Verde, Itajá, Professor Jamil, Guapó, Santa Cruz de Goiás e Goiânia.

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