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sexta-feira, 26 de julho de 2019

Caiado afirma que contas do Fica 2018 estão sendo auditadas e anunciou pagamento de premiados

“Indícios de irregularidade”, afirmou. Realização da edição de 2019 permanece incerta

Por Lívia Barbosa/JN em conexão Opção
O governador Ronaldo Caiado (DEM) anunciou que a Controladoria e a Procuradoria Geral do Estado estão auditando as contas do Fica 2018, que, segundo ele, apresentam indícios de irregularidades.

“Enquanto se conclui a análise, que busca proteger o contribuinte goiano, nos autorizaram a pagar os premiados”, afirmou o governador. Ele também informou que a liberação do recurso está sendo providenciado pela Secult para pagar os R$ 388 mil das premiações. 

A Secult informou ao Jornal Opção que ainda não se sabe quais são essas irregularidades no entanto. 

Segundo a assessoria, o Fica 2018 custou R$ 3,3 milhões. A gestão passada teria repassado R$ 1,8 milhão para a Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) responsável, o Instituto de Desenvolvimento Econômico e Sócio-Ambiental (Idesa), e R$ 1,5 milhão ficou em aberto. Porém, de acordo com a secretaria, apesar do valor recebido, a oscip não pagou nem as premiações, nem os fornecedores.

Portanto, agora, Caiado autorizou a pasta a pagar os R$ 388 mil referentes às premiações. Sobre o Fica 2019, disseram que o Governo busca parcerias e convênios para realizar o festival, além de um possível aporte junto ao Ministério da Cidadania.

O Idesa, no entanto, já disse que não foi possível repassar valores a artistas e técnicos que trabalharam no evento, além de hotéis e pousadas, porque a Oscip não recebeu os valores do Governo de Goiás. Segundo o presidente Paulo D´Avila Ferreira, além do Fica, a instituição tem recursos a receber relacionados ao Canto da Primavera e à Orquestra Filarmônica.

O Jornal Opção entrou em contato, também, com o secretário de Cultura da época da realização do Fica, Marcos das Neves, que deixou a pasta logo após o festival. Segundo ele, os repasses não eram de responsabilidade da pasta que estava à frente na época, mas da Sefaz. 

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