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sexta-feira, 3 de maio de 2019

UFG/UFJ sofrerão sérias consequências devido a cortes do Ministério da Educação

Reitor da UFG diz que instituição não chega ao final do ano letivo depois de cortes
Conforme o reitor, a universidade entrou o ano no vermelho, e o corte que chega tornará inviável que a UFG mantenha suas atividades.

O reitor da Universidade Federal de Goiás (UFG), Dr. Edward Madureira, disse em entrevista concedida à CBN na manhã desta quinta-feira (2/5) que, com o corte de 30% no orçamento da instituição anunciado recentemente pelo Ministério da Educação (MEC), “não há possibilidade de administrar a universidade e chegar ao final do ano letivo”.

Conforme o reitor, a universidade entrou o ano no vermelho, e o corte que chega tornará inviável que a UFG mantenha suas atividades. “Nós já entramos em 2019 com déficit e esse corte de 30% é absolutamente inadministrável. Não há possibilidade de administrar a universidade e chegar ao final do ano letivo com um corte deste monte”, afirmou.

Madureira ainda disse que vai tentar mostrar ao governo que o corte é inviável e afirmou também que, em 2018, a UFG produziu mais de quatro mil novos artigos científicos, que foram publicados nas mais importantes revistas do mundo.

O corte, anunciado pelo ministério, deve atingir todas as universidades e institutos federais do país. Inicialmente, havia sido informado que o corte no orçamento estaria restrito à Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade Federal da Bahia (UFBA). Entretanto, posteriormente ficou confirmado que a redução do orçamento seria para todas as instituições federais.

UFG em números
A Universidade Federal de Goiás tem aproximadamente 23 mil alunos atualmente em cursos presenciais.

A instituição foi criada pela Lei nº. 3.834 C, de 14 de dezembro de 1960. Seu objetivo, segundo apresentação do site, é “produzir, sistematizar e transmitir conhecimentos, ampliar e aprofundar a formação do ser humano para o exercício profissional , a reflexão crítica, a solidariedade nacional e internacional, com o objetivo de contribuir para a existência de uma sociedade mais justa, em que os cidadãos se empenhem na busca de soluções democráticas para os problemas nacionais”.

Dentro do Estado de Goiás, são cinco regionais, localizadas nas cidades de Goiânia, Catalão, Jataí, Cidade de Goiás e Cidade Ocidental (em implantação). O Câmpus de  Aparecida de Goiânia integra a Regional Goiânia.

São 150 cursos de graduação, 62 mestrados e 31 doutorados.

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