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quinta-feira, 25 de abril de 2019

SUS realizará transplantes de fígado e passa a contar com medicação para atrofia muscular

Transplantes de fígado para insuficiência hepática provocada por febre amarela e outros procedimentos serão disponibilizados

O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira, 24, duas novas mudanças no Sistema Único de Saúde (SUS). A primeira delas é a incorporação do medicamento Spinraza, utilizado no tratamento da Atrofia Muscular Espinhal(AME) tipo 1 à rede pública de saúde. A segunda novidade é a realização de transplante de fígado em casos de insuficiência hepática hiperaguda (IHH) relacionada à febre amarela.

Segundo a pasta, a previsão é de que os dois procedimentos estejam disponíveis para os pacientes em até 180 dias.

A incorporação irrestrita será para pacientes com o tipo 1 da doença – o mais grave e o mais comum. No caso dos tipos 2 e 3, o governo vai usar pela primeira vez a modalidade compartilhamento de risco com o laboratório – onde o governo só paga pelo tratamento se houver melhora efetiva do paciente. Até hoje, cada paciente com AME que recebe a medicação custava, em média, R$ 1,3 milhão de reais por ano ao governo federal

Nova medicação
Em fevereiro, o ministério havia informado que a disponibilização do Spiranza (nusinersena) seria o primeiro medicamento comprado na modalidade “compartilhamento de risco”. Ou seja, o governo apenas realizará o pagamento dos remédios – que são de alto custo – caso o paciente apresente melhora com o tratamento. Atualmente, a medicação indicada para atrofia muscular espinhal apresenta custo anual de 1,3 milhão de reais por paciente.

A expectativa do governo é que a regularização ajude a reduzir os custos da medicação. O Ministério da Saúde ainda estuda disponibilizar o medicamento para os demais subtipos da doença sob o mesmo formato. De acordo com a pasta, essa proposta já é adotada em 42 países. Leia mais

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