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quarta-feira, 10 de abril de 2019

Governo Caiado e a novela, Folha de Dezembro - Capítulo "100"

‘Iremos pagar, mas peço paciência e espírito público’, diz Caiado a professores

Por Lívia Barbosa/JN e Opção
“Por favor, vocês precisam rever esse posicionamento, isso não é justo”, disse governador em entrevista coletiva

O governador Ronaldo Caiado, do DEM, afirmou na manhã desta terça-feira, 9, durante a entrega de relatório das contas de 2018 ao Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO), esperar que as pessoas tenham a dimensão da situação em que o Estado foi entregue pelos antigos gestores.

“Para que não insistam na tese de que nós estamos falando de problema, de crise. Nós não estamos falando, mas estamos indignados com o fato de termos recebido o Estado nessa situação em que se encontra hoje”, disse Caiado.

“É indignação! Não falamos só de crise , mas como vou receber um paciente com pneumonia grave e dizer que ele pode ir para casa, que é só uma gripe?”, questiona o governador ao falar que agora está apresentando um balanço geral, que será analisado e apresentado pelo Tribunal em 60 dias.

O governador alegou que todos estão vendo o reforço feito pelo governo para reorganizar Goiás. “Ontem mesmo, com todo nosso esforço e empenho entregamos uma nova proposta antecipando para quatro meses o pagamento para a Educação”, disse ao fazer comparativo com a Polícia Militar, “que nem nos cobrou e está trabalhando diuturnamente”.

“A ponderação que eu faço a todos os professores, temos cerca de 117 escolas que não estão tendo aulas, é porque não é correto acarretar prejuízo a esses jovens”, argumentou o governador.

Caiado disse ainda que está empenhando tudo que é possível e trabalhando 24 horas com o objetivo de realizar todos os pagamentos pendentes. “Por favor, vocês precisam rever esse posicionamento, isso não é justo. Nossas polícias, agentes penitenciários, bombeiros todo mundo está trabalhando sabendo que estou falando o que está acontecendo”, disse o governador ao questionar o motivo de as crianças serem prejudicadas pelas paralisações nas escolas estaduais.

O governador citou ainda o caso de Minas Gerais onde os salários foram parcelados em seis vezes e não há greve. “Iremos pagar e estamos fazendo todos os esforços, mas peço paciência e espirito público. Essas crianças serão prejudicadas na Prova Brasil”, explicou Caiado.

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