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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Bia de Lima é questionada à frente do Sintego que pode perder filiados

Professores estaduais ameaçam desfiliação em massa do Sintego

Da Redação 
Classe diz que se sente traída e cobra posicionamento mais enérgico de seus representantes

Um grupo composto por 82 professores do Colégio Militar Hugo de Carvalho Ramos organizam uma desfiliação em massa do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintgo), nesta segunda-feira, 25. De acordo com eles, Bia de Lima, presidente do sindicato, está sendo conivente com as decisões do governador Ronaldo Caiado, prejudicando a categoria.

A principal reivindicação dos servidores estaduais é o pagamento da folha de dezembro pelo governo. Eles afirmam que apenas 45% dos ativos tiveram seu salário creditado, além disso, nenhum aposentado recebeu o vencimento, deixando a classe inconformada.

Segundo um dos líderes do MPG (Mobilização dos Professores de Goiás), Thiago Pereira, a luta dos professores está só começando, “não queremos migalhas, devemos ser honrados por sermos professores”.

Não existe um consenso entre Sintego e MPG sobre as formas de reivindicar o pagamento junto ao governo. Enquanto o sindicato espera por uma resposta de Ronaldo Caiado, o movimento de mobilização dos professores exige a greve. A ação de desfiliação em massa surgiu, então, como resposta dos professores estaduais à falta de um posicionamento mais enérgico por parte dos representantes da classe.

Bia de Lima afirmou que o sindicato está conversando com a Secretaria de Educação para disponibilizar mais recursos, já que, segundo ela, a ordem era efetuar o pagamento apenas para os professores dos colégios de tempo integral. A presidente diz, ainda, que o Sintego considera mais grave a questão dos aposentados, uma vez que este pagamento depende do Tesouro, e ainda não há sinalização de quando será realizado.

De acordo com o Sintego, caso não haja um posicionamento do governo sobre a folha de dezembro ainda essa semana, uma assembleia será convocada, podendo resultar em greve dos servidores estaduais da educação.

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