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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Em segundo dia de aula, mais escolas paralisam no Estado

Professores reivindicam o salário de dezembro, que o Governo pretende pagar de forma escalonada

Por Elisama Ximenes/Opção
Nesta terça-feira, 22, professores de outras escolas do Estado aderiram à paralisação em protesto, devido ao atraso do salário de dezembro, que o Governo se propõe a pagar de forma escalonada.

De acordo com a Mobilização dos Professores de Goiás (MPG), já são mais de 20 colégios parados em todo o Estado. Desses, 18 unidades estão em Rio Verde, onde apenas duas instituições funcionam.

Em Caldas Novas, a Escola Estadual Delcides Ferreira de Morais está sem professores. Em Colinas do Sul, o Colégio Estadual Joaquim Tomaz Ferreira da Silva aderiu ao movimento. O mesmo ocorre com o Colégio Estadual Professor Heli Alves Pereira, de Anápolis.

No Centro de Aparecida de Goiânia, o Colégio Dom Pedro I, um dos maiores da região, com 700 alunos, também está sem aula devido à mobilização contra o atraso do pagamento da folha de dezembro.

Além disso, na Capital, a categoria, organizada pela MPG, programa manifestação para esta terça, 22, às 15h, em frente à Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). O movimento é independente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Goiás (Sintego) e as ações são articuladas de maneira autônoma.

Na segunda-feira, 21, as entidades sindicais fizeram nova assembleia para levantar outra proposta na tentativa de chegar a um acordo em relação a essa dívida. O secretário de Governo, Ernesto Roller, acolheu a sugestão e ficou de dar uma resposta até quarta-feira, 23.

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