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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Ao não conseguir RRF, alternativa do governo é suspender serviço da dívida

Com decisão, que deve ser anunciada pela secretária da Fazenda Cristiane Schmidt, Goiás teria uma economia de R$ 170 milhões por mês durante dois anos

Por Nathan Sampaio/Opção
É quase certo que Goiás não conseguirá se enquadrar no Regime de Recuperação Fiscal (RRF), mas uma alternativa já deve ser anunciada, em breve, pela secretária da Fazenda Cristiane Schmidt. A medida seria uma “suspensão temporária do serviço da dívida” por dois anos, que pouparia aos cofres públicos um gasto de R$ 170 milhões por mês.

O argumento para essa suspensão, segundo fontes, deve ser tomada já que, por muito pouco, Goiás não se enquadrou para o RRF. Já a decisão de suspender o serviço da dívida fica com o governo Federal.

Dificuldades

Vale lembrar que a própria secretária da Fazenda admitiu, em entrevista dada nesta quarta-feira, 16, à uma emissora de rádio, que “há dúvida se Goiás atenderá um dos três pré-requisitos para aderir ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF)”.

Isso acontece por que o governo quer que a dívida de R$ 3,4 bilhões herdados da gestão anterior sejam contabilizados como dívida consolidada líquida. Medida não é legal, logo, não será aceita pelos técnicos do Ministério da Economia que estão em Goiânia analisando as contas públicas.

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