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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Caiado terá 43,9 por cento da Aleg

Assembleia Estadual de Goiás
No Legislativo estadual, a tratativa deve ser ainda mais fácil com a maioria dos 41 deputados estaduais. De sua coligação, Caiado viu serem eleitos Álvaro Guimarães (DEM), Chico KGL (DEM), Cláudio Meirelles (PTC), Dr. Antônio (DEM), Henrique César (PSC), Iso Moreira (DEM), Amauri Ribeiro (PRP), Major Araújo (PRP), Charles Bento (PRTB), Julio Pina (PRTB), Rafael Gouveia (DC), Zé Carapô (DC), Karlos Cabral (PDT), Cairo Salim (PROS), Rubens Marques (PROS), Vinicius Cirqueira (PROS), Delegado Humberto Teófilo (PSL) e Paulo Trabalho (PSL) de sua coligação.

Antes mesmo de assumir, o governador eleito tem 18 deputados estaduais de sua base eleitoral, o que lhe dá 43,9% de apoio na Assembleia Legislativa. Do grupo de Marconi, que tende deixar de existir, foram eleitos Diego Sorgatto (PSDB), Dr. Helio de Sousa (PSDB), Lissauer Vieira (PSB), Talles Barreto (PSDB), Tião Caroço (PSDB), Lêda Borges (PSDB), Virmondes Cruvinel (PPS), Wilde Cambão (PSD), Gustavo Sebba (PSDB), Lucas Calil (PSD), Delegado Eduardo Prado (PV), Henrique Arantes (PTB), Amilton Filho (Solidariedade) e Thiago Albernaz (Solidariedade).

São 14 parlamentares com os quais Caiado terá o caminho aberto para negociar. Se levar, na mais pessimista das possibilidades, metade para o seu lado, aumentará sua base de apoio no Legislativo goiano de 18 para 25 deputados eleitos. Do Patriota, Wagner Neto, independente depois de seu partido deixar a coligação do PSDB ao governo, pode ser mais um aliado de Caiado.

Dos partidos que apoiaram o emedebista Daniel Vilela, o governo caiadista terá abertura para articular com o PRB dos deputados Jeferson Rodrigues e Alysson Lima. Se conseguir atrair os dois parlamentares, Caiado teria, neste cenário imaginado aqui, os 25 conquistado mais o nome do Patriota e os dois do partido ligado à Igreja Universal, o que daria 28 cadeiras na Assembleia.

O PP elegeu Coronel Adailton, que viria caso Baldy trouxesse o apoio de Vanderlan e seus deputados federais para o lado de Caiado. Teríamos 29 deputados estaduais da nova gestão governista dos 36 parlamentares listados até aqui. O problema, que pode ser resolvido com mudanças partidárias, seria o MDB, que conquistou vagas com Paulo Cezar Martins, Bruno Peixoto e Humberto Aidar.

Dos três, Humberto, pela origem petista, pode não querer se aliar a Caiado. Mas Bruno e Paulo Cezar devem seguir o que o MDB decidir. Como Daniel não conseguiu ter grande votação para governador e não chegou ao segundo turno, a tendência é a de que, com ajuda de Caiado, o grupo emedebista do prefeito Iris Rezende, de Goiânia, retome a presidência da legenda e escancare o apoio ao governo caiadista. Se isso de fato acontecer, o democrata passaria de 29 a 31 deputados aliados, com exceção de Humberto Aidar.

Entre os 41 deputados estaduais eleitos, dois serão oposição de qualquer jeito: o ex-prefeito de Anápolis Antônio Gomide e a delegada Adriana Accorsi. Os petistas se colocarão na oposição ao governo Caiado, por questões partidárias e programáticas, até o final da gestão.

Ações contra discursos
O cenário econômico nacional não é animador para 2019, o que trará dificuldades para governadores e o presidente eleito, seja ele o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) ou o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) no segundo turno. Mas, com uma base de apoio, que tende a ser facilmente construída e bem amarrada, Caiado pode surpreender – desde que não cometa muitos erros – em sua gestão a partir de janeiro. O primeiro ponto acertado será o de não adotar o discurso da terra arrasada e tentar botar a culpa de tudo nos seus antecessores, por mais que tenha defendido durante a campanha o discurso da mudança.

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