Radio Line e Rádio Ideias apresentam, Frequência de Classe 54

Thermas Jatahy


quinta-feira, 19 de julho de 2018

Mundo - Um genocídio silencioso

Dentro de poucos dias, a Índia vai eliminar até 7 milhões de muçulmanos da lista de “cidadãos” na região de Assam - tudo porque eles não falam a língua "certa" e rezam para o Deus "errado".

Do Avaaz
Famílias inteiras poderão ser separadas e deixadas para apodrecer em centros de detenção. 

É assim que os genocídios começam. Foi exatamente como o pesadelo começou para os rohingya. Todo esse horror está se desenrolando longe dos holofotes -- mas se soarmos o alarme bem alto pedindo para que o Secretário-geral da ONU e governos-chave intervenham, podemos evitar que este horror se concretize: 

Soe o Alarme 

O governo de Assam já está construindo um novo centro de detenção e preparando suas tropas de choque -- tudo na surdina.

O governo indiano alega estar apenas estar tomando medidas contra imigrantes ilegais de Bangladesh -- a mesma desculpa do governo de Mianmar quando atacou os rohingya. Mas na realidade, isso se trata de uma perseguição a muçulmanos marginalizados e analfabetos que não possuem a documentação “adequada” -- que por gerações, nunca tinham sido necessárias!

António Guterres, o Secretário-geral da ONU, comprometeu-se a lutar em nome daqueles que precisam. Ele disse: "Levantarei minha voz. Eu vou agir. Usarei meus direitos para defender os seus." Agora, precisamos garantir que ele ele honre suas palavras, pois os muçulmanos bengaleses na Índia não tem ninguém, a não ser nós, que fale por eles na arena internacional. Assine a petição e juntos podemos evitar esse genocídio prestes a acontecer em Assam:   

A ascensão de um nacionalismo hindu violento na Índia está por detrás dessa política agressiva que deixará milhões de muçulmanos vulneráveis e apátridas. A história nos ensinou que esses movimentos não tem limite, a não ser que nós cidadãos, os estabeleçamos claramente. Vamos deixar claro quais limites não poderão ser ultrapassados em Assam e mostrar aos governos no mundo inteiro de que estamos de olho.  

Postar um comentário