Radio Line e Rádio Ideias apresentam, Frequência de Classe 54

Projeto Sonho de Natal 2018




segunda-feira, 18 de junho de 2018

Linkedin Jataí News - Produção de alta tecnologia cresce no Brasil

Porém bancos estimam cortar 50% das vagas de TI

Produção de alta tecnologia surpreende e cresce 13% no Brasil. 
O salto foi dado no 1º trimestre de 2018 ante o mesmo período do ano passado, segundo o Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial). O levantamento classifica a indústria em quatro ramos, de acordo com o grau de intensidade tecnológica: alta, média-alta, média-baixa e baixa. Apesar da crise, o grupo de alta intensidade — que inclui os setores aeronáutico, aeroespacial, farmacêutico e de instrumentos de alta precisão — foi o que mais cresceu. No auge da recessão, porém, foi o mais prejudicado: no 1º trimestre de 2015, caiu quase 20%.

Bancos estudam cortar até metade das vagas de TI. 
A previsão foi confirmada por Jamie Forese, presidente do Citigroup, em uma sabatina conduzida pela Financial Times com diversos executivos de bancos. Embora a intenção do Citigroup seja a mais agressiva, diversos outros bancos confirmaram o evento a intenção de reduzir drasticamente o número de funcionários de tecnologia e operacional. Tim Throsby, do Barclays, afirmou que o futuro contará com um número menor de empregados, ganhando melhores salários, enquanto máquinas assumiriam “as tarefas de menor valor”.

Confiança de empreendedores na economia cai. 
O percentual de empresários que apostam em melhora na economia brasileira, de acordo com pesquisa inédita do Sebrae, baixou de 49% para 31%. O número é efeito direto da greve dos caminhoneiros, ocorrida em maio. Apesar das dificuldades, quase metade (47%) dos empresários não planejam demitir até o final do ano.

Investimentos estrangeiros caem 30% de janeiro a abril. 
Os dados são do IDP (Investimento Direto no País), indicador do Banco Central que mostra o desempenho das aquisições e empréstimos de matrizes no exterior a suas filiais brasileiras. Somente em abril, o total de investimentos produtivos originários de outros países somou US$ 2,6 bilhões, o menor nível para o mês desde 2006. As novas regras fiscais impostas por Donald Trump nos Estados Unidos ajuda, em conjunto com a turbulência encomprida e política do Brasil, a explicar o fenômeno. 

Brasil tem prejuízo com guerra comercial de Trump. 
A disputa entre Estados Unidos e China terá mais efeitos negativos do que o previsto inicialmente, reporta o Estado de S. Paulo. Além do Brasil ser diretamente afetado pela restrição à indústria siderúrgica, o aumento da tensão internacional deve derrubar os preços das commodities, produtos básicos para a economia nacional.
Postar um comentário