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segunda-feira, 25 de junho de 2018

6 em cada 10 jovens pensam em abandonar o país.

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Uma pesquisa do Datafolha com mais de 2 mil entrevistados revelou que 19 milhões de pessoas com idade entre 16 e 24 anos querem deixar o Brasil para viver no exterior. Entre os motivos estão a escassez de oportunidades profissionais, a falta de segurança pública e o alto custo de vida no país. Os destinos mais cobiçados são Estados Unidos, Portugal e Canadá. Por outro lado, quanto mais velho o entrevistado, menor o interesse em fazer as malas: a taxa cai para 50% na faixa que vai de 25 a 34 anos; 44% para 35 a 44 anos; 32% para 45 a 59 anos; e 24% para mais de 60 anos.

No Brasil, empresas gastam mais no combate aos crimes financeiros. 
De acordo com uma pesquisa realizada pelo instituto Thomson Reuters, as empresas brasileiras gastam 4,9% de sua receita anual na prevenção e no combate de crimes financeiros — aqueles que têm impacto na operação financeira das empresas, como fraude, lavagem de dinheiro, roubo, suborno e corrupção, crimes cibernéticos, escravidão e tráfico de pessoas. O número equivale a US$ 1,7 bilhão, superando proporcionalmente a média global de gastos, que é de 3,1% da receita, ou US$ 1,5 trilhão (R$ 5,5 trilhões). A média de crimes financeiros que ocorrem dentro das empresas no país (67%) também é maior do que no mundo (59%).

Reforma administrativa deve reavaliar 300 carreiras na União. 
A proposta de reforma que será deixada pelo governo Temer para o sucessor irá prever maior mobilidade de servidores entre os órgãos, alongamento da ascensão remuneratória, redução de salários iniciais e novos incentivos para o bom funcionário público. Em entrevista à Folha de S. Paulo, Esteves Colnago, ministro do Planejamento, disse que a reforma administrativa “é tão necessária quanto à da Previdência e a revisão de programas sociais para garantir o cumprimento do teto de gastos”. As mudanças poderão ser encaminhadas ainda em 2018 ao Congresso Nacional, durante a transição de governo.

Gigantes de tecnologia ameaçam bancos, diz BIS. 
Conhecido como “banco central dos bancos centrais”, o Banco de Compensações Internacionais (BIS) acaba de publicar um relatório em que alerta o setor financeiro para a concorrência de fintechs e empresas como Google, Apple e Facebook. De acordo com o Relatório Econômico Anual da entidade, “as chamadas ‘gigantes de tecnologia’ já contam com a infraestrutura de tecnologia de informação necessária, habilidades analíticas, recursos financeiros e uma base de clientes estabelecida para corroer a participação de mercado dos bancos”. Durante discurso de apresentação do documento, o diretor-geral do BIS, Agustín Carstens, complementou: “embora existam muitos benefícios dos avanços tecnológicos, incluindo serviços financeiros mais eficientes, eles também significam ameaças potenciais ao atual sistema monetário e financeiro”.

Venda do Walmart no Brasil é aprovada pelo Cade. 
A operação, que irá repassar 80% das operações do Walmart no país para a empresa de investimentos Advent, foi anunciada em junho. No parecer em que aprova a aquisição sem nenhuma restrição, o Cade afirma que com a compra, a Advent terá "sobreposições horizontais apenas parciais ou integrações verticais" em relação às atividades da rede de varejo norte-americana. O grupo de investimentos pretende injetar bilhões nos próximos dois anos para converter lojas não lucrativas no formato atacarejo.
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