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segunda-feira, 19 de março de 2018

Em motel namorado se mata com caco de vidro (JN)

Estudante conta que namorado a agrediu e depois se matou com caco de vidro em motel
Estudante diz que foi agredida por namorado em motel: 'Disse que nós iríamos morrer'


Do G1 Goiás
Segundo a mulher, o empresário Jean Carlos Lopes a espancou e depois se matou usando uma garrafa quebrada. 'Disse que nós dois iríamos morrer', afirma.


A estudante Pollyana Cristine Carvalho, 32 anos, contou em entrevista exclusiva à TV Anhanguera que o namorado a espancou e depois se matou usando uma garrafa quebrada. O caso ocorreu enquanto os dois estavam em um quarto de motel no Setor Jardim Helvécia, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital

Segundo a vítima contou à reportagem, o empresário Jean Carlos Lopes, de 44 anos, havia bebido e começou a agressão, por pensar que ela estava em outro relacionamento, assim que o casal chegou ao motel.

“Continuava me xingando e [disse] que não ia parar e que nos dois iríamos morrer lá naquele dia”, afirmou.
O G1 não localizou a família do empresário para comentar o caso. À TV Anhanguera, familiares disseram que não queriam falar sobre o ocorrido.

Conforme apurou a TV Anhanguera, Pollyana ficou 12 dias internada, dos quais cinco foram em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ela mostra que teve cortes no rosto, pescoço, braços e pernas.

“No que eu peguei na maçaneta para ir embora ele me puxou pelos cabelos e me jogou em cima da cama. [Estava] me xingando e me socando. Em seguida, ele pegou uma garrafa e quebrou. Saiu uma ponta nela e já enfiou no meu pescoço”, lembrou.

Ainda segundo relato dela à TV Anhanguera, após cortar o pescoço da vítima, o empresário usou a mesma garrafa para cortar a própria garganta.

“Ele já deitou todo ensanguentado do meu lado, olhando para mim. Esperei um bom tempo para ver se ele se mexia. Quando eu vi que ele não estava mais se movendo levantei e fui cambaleando”, disse.

Pai da vítima, João Carlos Carvalho contou à TV Anhanguera que ficou apavorado ao ver a filha machucada na data do crime. “Quando eu cheguei que ela estava na sala de emegência. Entre a vida e a morte, toda machucada. Não sabia o que fazer. [Pensou que podia perder a sua filha?] Pensei”, disse.

Histórico de agressões
A Polícia Civil já havia informado que Jean tinha histórico de agressões contra a namorada, o que ela confirmou à TV Anhanguera. Ela contou que o relacionamento durou cerca de um ano e meio e que eles chegaram a se separar, mas acabaram voltando.

“Nos afastamos algum tempo e depois a gente voltou a coversar. [Ele me procurou] e eu também era apaixonada”, afirmou.
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