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terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Ministro das Cidades anuncia retomada das obras do BRT em Goiânia

Alexandre Baldy se reuniu com prefeito da capital e presidente da Caixa para definir rumos do contrato 

Por Alexandre Parrode
O ministro das Cidades, Alexandre Baldy (Sem partido-GO), anunciou, na manhã desta segunda-feira (29/1), que as obras do BRT Norte-Sul de Goiânia serão retomadas nos próximos dias.

Após reunião com o presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, e com o prefeito da capital, Iris Rezende (MDB), o representante do governo de Michel Temer (MDB) explicou que o consórcio formado pelas empresas EPC e WGV voltará a receber os recursos para conclusão da obra.

“É uma determinação do próprio presidente, estamos retomando mais de 7 mil obras paradas em todo o Brasil e não seria diferente aqui. Houve um esforço por parte da equipe da prefeitura para sanar as dificuldades e o trabalho do deputado federal Daniel Vilela”, destacou.

Ainda de acordo com Baldy, o contrato entre a Prefeitura de Goiânia e a Caixa será mantido e ambos se comprometeram a respeitar os termos e contrapartidas. “Assim, dentro dos próximos dias será expedida a autorização para retomada das obras”, arrematou.

Em discurso, Iris Rezende agradeceu o empenho do ministro. “O gesto que vossa senhoria empresta a Goiânia com a sua presença aqui hoje, mostra toda consideração que tem por nosso povo”, disse.

Segundo o secretário de Infraestrutura e Obras da Prefeitura de Goiânia, Francisco Ivo, a expectativa é de que em 10 dias o Ministério das Cidades conceda a liberação e em até 40 dias as obras sejam efetivamente retomadas.

A partir disso, inicialmente a expectativa é a conclusão da obra em dois anos, mas um novo cronograma ainda será elaborado. A obra do BRT de Goiânia está apenas 22% concluída.

Paralisação das obras 

As obras do BRT foram paralisadas em julho do ano passado após suspensão do repasse de R$ 10 milhões por parte da Caixa ao consórcio formado pelas empresas EPC e WGV. Os recursos foram retidos após apontamentos da Controladoria Geral da União (CGU) e do Tribunal de Contas da União (TCU) de que itens e materiais estariam acima e outros abaixo do preço. 
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