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Projeto Sonho de Natal 2018




sábado, 8 de dezembro de 2018

CRÔNICA DO VEREADOR DE UM VOTO SÓ.


Por Silmar Carvalho
Imaginem um candidato que de tão ruim não teve o voto de nenhum amigo. Pior ainda, Imaginem um candidato que de tão ruim não teve o voto da própria mãe. Pior ainda, imaginem um candidato que de tão ruim não votou em si mesmo. Pior ainda, imaginem que esse candidato de tão ruim não teve o voto de ninguém. E pior ainda, imaginem esse candidato sendo eleito. Hilário, não é mesmo?! É, mas pode acontecer! 

O leitor pensa “que absurdo é esse?!” Hora, então, de entender como funcionam os Sistemas Eleitorais.
No dia 7 de outubro teremos duas eleições: a eleição para prefeito e a eleição para vereador. 
        
 A eleição para prefeito segue o sistema majoritário, que consiste em considerar eleito o candidato que obtiver a maioria de votos válidos. Votos válidos são todos os votos, excluindo-se os votos em branco e os votos nulos. Aquela estória que sempre escutamos em rodas de amigos, que os votos em branco são conferidos ao candidato mais votado, é um engano. Os votos em branco e os nulos são apenas descartados. 

Outro equívoco constante é achar que a eleição dos vereadores está atrelada à eleição do prefeito. Esse “negócio” de que, quanto mais votos tiver o prefeito, mais vereadores de sua base aliada ele elegerá, não passa de falácia, no bom português das ruas, “conversa fiada”. A eleição dos vereadores não está condicionada à eleição do prefeito. São eleições independentes.
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