Esporte

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Futebol - Vitória ‘fundamental’ e tempo ‘necessário’:

Foto: Divulgação
David Duarte celebra período de treinos no Goiás

O Goiás estava ansioso por um período de treinamentos. Com jogos atrás do outro, o clube viu no espaço de tempo entre os duelos com Internacional e Ceará como fundamental para ajustar alguns detalhes. É o que acontece nesse momento.

E, felizmente, com um clima melhor. Afinal de contas a equipe esmeraldina se portou bem e venceu o Inter por 1×0 no dia 13 de setembro. Desde então o foco é no Ceará, partida confirmada para o próximo domingo. Um dos destaques no triunfo em cima dos colorados, David Duarte comemora o período de trabalhos fortes. “A gente já tinha visto o calendário e sabia desse período. Graças a Deus vencemos o Inter, tínhamos que vencer, até para esse período ser mais leve, então foi uma vitória fundamental. Estamos aproveitando muito e trabalhando demais, o grupo todo se doando ao máximo e suando para buscarmos essa evolução”, afirmou o defensor.

David Duarte, aliás, já foca todas as suas atenções no Ceará, rival de domingo, fora de casa. Para o zagueiro, o Goiás precisa embalar uma série de bons resultados. “Esse tempo era necessário para a gente, sabíamos disso. Precisamos ajustar algumas coisas, o que é normal. Acho que em alguns jogos a gente foi bem, mas o resultado não veio. É questão de ajustes. Contra o Inter já melhoramos e vencemos. Agora é foco total no Ceará. Eles têm um time forte, organizado e já estamos estudando. Temos alguns dias pela frente e vamos trabalhar ao máximo para voltar de lá com os três pontos”, finalizou o defensor, com mais de 100 jogos com a camisa do Goiás.

Pecuária - Atenção à mastite, que pode reduzir a produção de leite em até 40% para o produtor

Doença é a que mais prejuízos causa à pecuária leiteira.

Recomenda-se manejo preventivo eficaz e uso de produtos à base de princípios ativos modernos e de descarte zero.

A mastite é uma inflamação da glândula mamária das vacas. Com isso, o leite é descartado até que o problema seja resolvido. Trata-se da doença que mais causa prejuízos financeiros na pecuária leiteira. De acordo com Antonio Coutinho, gerente de produtos de animais de produção da Vetoquinol Saúde Animal, a vaca com mastite pode representar perda média de 3 quilos e meio de leite por dia, além dos gastos com o tratamento. Ele recomenda que os produtores priorizem  medicamentos com princípios ativos eficazes, como Ceftiofur, um potente bactericida. "Se estamos falando de uma vaca de média a alta produtividade, o prejuízo diário pode chegar a R$ 50,00/vaca/dia, que representa 30% a mais do que o custo de uma dose de Ceftiofur. Ou seja, vaca tratada com rápido retorno à ordenha é lucro certo para os produtores", destaca Coutinho.

A mastite pode ser clínica (quando é possível detectar visualmente), envolvendo inflamação do úbere, além de alterações visíveis no leite, como diminuição do volume. Os animais também podem apresentar febre e falta de apetite. A mastite também pode ser subclínica, não apresentando sinais clínicos. Nesse estágio, ela é mais perigosa, exatamente devido à ausência de sintomas, causando queda de produção e aumento do número de células somáticas. Normalmente, os produtores demoram a notar sua presença porque não há inflamação ou alterações visíveis no leite. O diagnóstico é possível apenas por meio do teste California Mastitis Test (CMT).

"É possível diminuir a incidência da mastite no rebanho leiteiro com cuidados preventivos. É preciso ter manejo de qualidade, tratando os animais com muita calma para que eles não fiquem estressados, manter a cama limpa e seca, execução correta dos protocolos necessários, mão de obra qualificada e equipe bem treinada, ronda sanitária e realização de pré e pós dipping (imersão pré e pós ordenha)", informa Antonio Coutinho.

Com amplo portfólio, a Vetoquinol Saúde Animal, uma das 10 maiores empresas de saúde animal do mundo, criou o Programa Vetoquinol Resolve, movimento em prol da produtividade da pecuária de leite e de corte no Brasil, e que inclui soluções de Descarte Zero. Dois produtos destacam-se para a elaboração de um eficaz Protocolo de Mastite, com a vantagem do descarte zero do leite: Acura, antimicrobiano para o tratamento das infecções das vacas em lactação, e Tolfedine CS, adjuvante no tratamento de mastite aguda.

Antonio Coutinho explica que Acura age diretamente em mastites causadas por bactérias sensíveis ao princípio ativo ceftiofur, fazendo com que as vacas infectadas retornem rapidamente à produção, evitando prejuízos. A Embrapa estima que a mastite reduz a produção em até 40%. "Trata-se de um antibiótico extremamente importante na atividade leiteira, com princípio ativo moderno e muito eficiente, inclusive para casos em que há resistência às penicilinas. Além disso, tem validade de quatro anos, tratamento em dose única, descarte zero no leite e maior praticidade no manejo. É um produto importante para estar na farmácia da fazenda".

MInfra inaugura duplicação da BR-050/GO, ente Catalão e Cumari

Trecho de 15 quilômetros faz parte das obras do empreendimento total de 218,5 quilômetros, entre Cristalina (GO) e a divisa com Minas Gerais

O secretário-Executivo do Ministério da Infraestrutura (MInfra), Marcelo Sampaio, participou, na segunda-feira (21), da cerimônia de inauguração do trecho de 15 quilômetros de duplicação da BR-050, em Catalão (GO). A entrega faz parte das obras do empreendimento de 218,5 quilômetros entre Cristalina (GO) e a divisa com Minas Gerais, das quais 91% já foram concluídas.

Durante o evento, foram liberados ao tráfego 9,5 quilômetros de pista duplicada, que somados aos 5,6 liberados nas últimas semanas, contempla os 15,1 km totais de novas pistas.

"Esse é o resultado do nosso esforço para trazer mais segurança, para salvar vidas, para gerar emprego e renda no país. É uma satisfação poder ver a infraestrutura gerar emprego como ganho indireto", afirmou o secretário Sampaio.

De acordo com a concessionária Eco050, responsável pela rodovia BR-050, a obra possui, em toda sua extensão, pistas duplicadas em ambos os sentidos, com 3,8 quilômetros de canteiro central, 11,3 quilômetros de barreira rígida e 1 retorno em desnível.

Também foram executadas obras de melhorias de acessos, em um trabalho que já resultou em mais de 35 mil toneladas de Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) aplicadas, em 20 mil metros de defensas metálicas instaladas, em 546 mil metros cúbicos de terraplenagem, no equivalente a 60 quilômetros de faixas de sinalização horizontal implantados e em 200 placas de sinalização vertical instaladas.

De acordo com o secretário Nacional de Transportes Terrestres, Marcello Costa, que também esteve no evento, só este ano, o Governo Federal, através do MInfra, entregou mais de 60 obras para a população. "Mesmo diante das restrições que estamos vivendo com a pandemia, não deixamos de trabalhar e entregar obras. Ao todo já são 64 obras de infraestrutura que irão beneficiar a população", destacou Marcello Costa.

RODOVIA SUSTENTÁVEL - Seguindo uma diretriz voltada para a sustentabilidade, a Eco050 também construiu no trecho três novas passagens de fauna, estruturas que têm como objetivo facilitar a circulação de animais silvestres.

MAIS CONFORTO - Além das novas pistas liberadas neste mês de setembro, a concessionária irá entregar em 2021 mais 4,8 quilômetros duplicados no município de Cumari, lote com obras já em andamento. Após a conclusão desta obra, e da duplicação da ponte Wagner Estelita Campos, entre Araguari (MG) e Cumari (GO), a BR-050 estará 100% duplicada de São Paulo (SP) até Catalão (GO).

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Goiás tem crescimento do Agro em 4,7% no período

Foto: Divulgação
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Agropecuária registra crescimento do PIB no 2º trimestre de 2020

"O setor agropecuário e o agronegócio goiano confirmam sua força e sua importância para o nosso Estado e para o País, produzindo alimentos para a população e exportando para o mundo, gerando riquezas, empregos e desenvolvimento econômico e social", avalia Antônio Carlos, titular da Seapa. Crescimento no período foi de 4,7%

A agropecuária foi a única atividade econômica em Goiás e no País a registrar resultado positivo do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre de 2020, em comparação ao mesmo período do ano anterior, segundo Informe Técnico de setembro, divulgado pelo Instituto Mauro Borges (IMB) e com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o segundo trimestre de 2019, a agropecuária goiana cresceu 4,7% e a do Brasil cresceu 1,2%.

O saldo positivo na agropecuária tem sido registrado, continuamente, desde 2019, em todos os trimestres, do ano passado e deste ano, no comparativo ao mesmo período dos anos anteriores. "Com isso o setor agropecuário e o agronegócio goiano confirmam sua força e sua importância para o nosso Estado e para o País, produzindo alimentos para a população e exportando para o mundo, gerando riquezas, empregos e desenvolvimento econômico e social", destaca o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Carlos de Souza Lima Neto.

"O resultado mostra também que o Governo de Goiás tem acertado em suas políticas públicas voltadas para o setor. Conforme determinou o governador Ronaldo Caiado, vamos continuar trabalhando para manter nosso agro pujante e sustento da nossa economia", completa.

Entre as causas do crescimento, o Informe Técnico destaca os números alcançados na última safra de grãos, especialmente da soja, com crescimento tanto na produção, quanto em produtividade. O Informe Técnico também destaca a participação da cana-de-açúcar, que teve aumento na produção e produtividade no período analisado.

Comunicação Setorial da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) - Governo de Goiás

Deputado goiano quer que união pague por ocupação de solo

Segundo o parlamentar os municípios goianos perdem receitas com essas propriedades.

Deputado federal José Nelto quer compensação financeira aos municípios que comportam terras da União em seus territórios

O deputado federal José Nelto (GO), vice-líder do Podemos na Câmara dos Deputados, apresentou projeto de lei que visa instituir para os municípios, compensação financeira quando contarem, em seus respectivos territórios, com terras que estão sendo utilizadas em favor da União.

"Estou propondo isso pois entendo que pelo fato da União ter em seu favor a área pública disponível, impede o município de explorar o espaço que é ocupado. Dessa forma, deixa de arrecadar caso a área fosse explorada economicamente por particulares. Além disso, a União faz uso da citada área sem que haja qualquer repasse em favor do Município. Economicamente falando, é muito prejudicial", explica o parlamentar.

O projeto de lei prevê que a compensação, no caso de haver atividade de exploração das respectivas áreas, será de 15% decorrentes da exploração das mesmas. Esse repasse deverá ser pago pela União aos Municípios, onde estiverem localizadas as instalações destinadas a essa atividade.

Caso a área disponibilizada em favor da União não seja explorada economicamente, a compensação prevista será de 5% do valor venal das respectivas áreas, que também deverá ser paga pela União aos Municípios, em cujos territórios se localizem. Já no caso da área disponível atingir mais de um Município, a distribuição dos percentuais referidos nesta Lei será feita proporcionalmente à disposição dessa área em seus respectivos territórios.

Em Goiás, por exemplo, Formosa conta com uma área destinada ao Exército Brasileiro. Segundo estudos promovidos pela Associação Brasileira de Produtores de Grãos (ABRASGRÃOS), a área é agriculturável e devido à instalação do Exército, comprometeu o potencial agrícola da região.

"Formosa não é o único município que enfrenta essa situação. Veja só, estamos falando de R$ 2 bilhões desde que o Exército se instalou na área, até 2017, ano do último estudo realizado. Essa é uma renda extremamente relevante para um município que segue ritmo acelerado de crescimento. Por isso, proponho que a União pague uma compensação ao município, que não pode ficar desguarnecido", pontua Nelto.

BRK abre vagas para estagiário em Jataí e Rio Verde

BRK Ambiental lança Programa de Estágio 2021

Empresa de saneamento básico oferece 12 vagas em Goiás, com direito à bolsa auxílio, assistência médica e odontológica, vale refeição, vale transporte, seguro para acidentes pessoais e plano de aprendizado e desenvolvimento

Maior empresa privada de saneamento básico do país, a BRK Ambiental abriu inscrições para o Programa de Estágio 2021. Serão 12 vagas para estágios em Goiás, Estado onde a empresa é subdelegada pela Saneago para a operação e ampliação dos serviços de esgotamento sanitário em Aparecida de Goiânia, Trindade, Jataí e Rio Verde.

Na unidade de Aparecida de Goiânia serão disponibilizadas 8 vagas para as áreas de Engenharia, Meio Ambiente e Administração Contratual. Já em Trindade haverá uma vaga para Engenharia. Na unidade de Rio Verde serão ofertadas duas vagas para Engenharia e Meio Ambiente e em Jataí uma vaga para Engenharia. Os estágios são destinados aos estudantes que vão concluir o curso entre os meses de dezembro de 2021 e de 2023.

O programa oferece aos estudantes a oportunidade de atuar com autonomia e responsabilidade ao lado de líderes da empresa. Para isso, além da realização de atividades diárias nas áreas em que atuam, a equipe de recursos humanos desenvolve diversas iniciativas para estimular o conhecimento e o desenvolvimento desses novos profissionais, como a realização de workshops com temas diversos e encontros com líderes para a troca de experiência e desenvolvimento de projetos.

O Programa de Estágio da BRK Ambiental é aberto para estudantes de nível superior de todas as idades. Além disso, na BRK, o conhecimento em inglês, exigido na maior parte dos processos seletivos das grandes empresas, só será solicitado para vagas específicas, em que o uso do idioma é indispensável.

“Acreditamos no poder da diversidade e valorizamos o seu potencial, por isso o nosso programa de estágio é um processo inclusivo. Buscamos pessoas de diferentes tradições, com vivências distintas para que possamos agregar diversos pontos de vista em um mesmo ambiente”, destaca Phaola Lemes, Gerente de RH da BRK Ambiental.

As inscrições para o Programa de Estágio 2021 estão disponíveis no site vagas.ciadetalentos.com.br/hotsite/estagiobrkambiental2021 e vão até o dia 15 de outubro. Neste ano, por conta da pandemia, as fases de avaliação e dinâmica serão feitas on-line. Os estagiários selecionados terão direito a bolsa auxílio, assistência médica e odontológica, vale refeição, vale transporte, seguro para acidentes pessoais e plano de aprendizado e desenvolvimento.

O Dinheiro físico vai acabar?


Por Felipe Gueller

Com a chegada das novas tecnologias, como o Pix por exemplo, o dinheiro físico pode estar com os dias contados. Cada dia mais pessoas usam os meios de pagamentos online e o dinheiro “virtual” para pagar suas contas, compras e outras coisas.

Mas o dinheiro físico, realmente vai acabar? Especialistas do mercado revelam sua opinião sobre o assunto. 

Para Bernardo Schucman, CEO das FastBlock, o dinheiro físico não vai acabar, ele vai sempre existir. “Vamos sempre precisar guardar e ter um backup de um título físico como o dinheiro, seja ele guardando em um banco ou em algum lugar que seja confortável, mas cada vez o dinheiro físico vai transitar menos. E para os para investidores em criptomoedas é sugerido que seja impresso um paper wallet, que de certa forma não deixa de ser um dinheiro físico.” analisa. 

Para Leo Monte, Diretor de Marketing e Inovação da Sinqia, líder em tecnologia para o mercado financeiro, difícil cravar a completa extinção do dinheiro físico, mas sem dúvidas vivemos um momento de revolução do mercado e de democratização do acesso às inovações nos meios de pagamento. " Os consumidores esperam poder utilizar diferentes meios de pagamento digitais em suas compras. Com a convergência das tecnologias e a liberação dos APIs, possibilitada pelo Open Banking e o PIX, cada vez mais veremos consumidores usando combinações diferentes desses meios.  Isso inclui, por exemplo, dividir um pagamento de uma compra entre PIX e cartão de crédito ou  pagamento em moedas digitais e fiduciárias.  Também veremos a utilização de pagamentos para além do dinheiro, como é o caso dos pontos de fidelidade e das moedas digitais. Recentemente, o próprio Banco Central a necessidade de lançamento de uma moeda digital para o País pensando nesse novo ecossistema financeiro com foco no digital" comenta.

Para Thiago Lucena, CEO da UZZO Pay, caminhamos para digitalização do dinheiro, mas, não agora. "A digitalização do dinheiro é um processo inevitável para os próximos anos, porém é importante levar em consideração o contexto social que estamos inseridos. Em alguns países como a China, o acesso democratico a tecnologia, permitiu a digitalização do dinheiro de forma acelerada, embora o país ainda tenha grande parte de sua população na zona rural. Entretanto, levando em consideração o Brasil, temos ainda alguma resistência em abandonar o dinheiro físico, se observamos o acesso a tecnologia e, também, a questão da idade que interfere na relação do usuário com os meios digitais . Mas,  existem movimentações que certamente vão acelerar o processo de digitalização financeira, especialmente as contas digitais e, agora, a chegada do Pix que tornará as transações mais ágeis e fáceis na relação entre cliente e estabelecimento. Outro fator que deve ser observado é o fortalecimento do mercado de bitcoins e criptomoedas no Brasil e no mundo. O crescimento desse mercado com a chegada de novas tecnologias, deve acelerar ainda mais o processo de digitalização a médio e longo prazo", comenta Thiago.

A maior barreira para essa transformação ainda são os mais de 46 milhões de desbancarizados no país. Para Ingrid Barth, cofundadora do Linker e diretora executiva da ABFintechs, o Brasil é um país de proporções continentais, muito diverso em cultura e necessidades.”Enquanto alguns estão totalmente digitalizados, outros estão desbancarizados, sempre gerando demanda para diferentes tipos de serviços financeiros e tipos de pagamentos, inclusive via dinheiro fisico”, comenta. exemplo recente sobre isso pode ser visto pelos dados da Caixa Econômica Federal (CEF) ao indicar que, cerca de 40% dos brasileiros (24 milhões de pessoas) que estão recebendo o auxílio emergencial de R$ 600, não possuía conta em banco antes da pandemia do novo coronavírus. Um dos maiores desafios será incluir e levar conhecimento sobre as vantagens dessas inovações para todos, sem ignorar a presença dessa parcela tão grande da população que também faz a economia girar “Esperamos e buscamos a maior digitalização possível, porém acabar com o dinheiro físico é bem no longo prazo”, finaliza.

Aconteceu na Câmara Municipal de Jataí

Câmara realiza última temporada de sessões de setembro

Por Francisco Cabral

Terá início nesta terça-feira, dia 22, a partir das 9 horas, a segunda temporada de sessões ordinárias da Câmara Municipal de Jataí em setembro. Como o contágio pelo novo coronavírus continua acelerado na cidade, os vereadores se reunirão via teleconferência, para evitar aglomeração no plenário, mas a sessão será transmitida ao vivo pela TV e pela Rádio Câmara, por meio do site e das redes sociais do legislativo jataiense. Também estão previstas sessões para os dias 23 e 24, no mesmo horário.

Kátia pede ondulação na Avenida Epaminondas Vieira Cunha

A vereadora Kátia Carvalho solicitou à administração municipal a implantação de uma ondulação transversal ao longo da Avenida Epaminondas Vieira Cunha e o prolongamento da ciclovia até o final daquela via, no Residencial Flamboyant. Moradores e comerciantes da região, além das pessoas ligadas ao IFG e à UNA, sofrem com a falta de segurança naquele trecho. “A ondulação transversal, além de organizar a circulação de veículos e pessoas, dará maior segurança e fluidez aos usuários. É válido ressaltar que essa avenida é uma via de acesso rápido e de grande fluxo de veículos, pedestres e motociclistas”, ressaltou a parlamentar. “Já o prolongamento da ciclovia trará inúmeros benefícios para quem utiliza a via para caminhadas e práticas dos mais diversos esportes, afastando do sedentarismo e de todos os problemas de saúde deles decorrentes”.

Carvalhinho reivindica quadra de areia para o Jacutinga

O vereador Agustinho de Carvalho Filho, o “Carvalhinho”, reivindicou ao executivo a construção de uma quadra de areia no setor Jacutinga. “Trata-se de reivindicação antiga dos moradores do bairro. A construção da quadra irá atender não somente o bairro Jacutinga, mas também os setores adjacentes”, disse ele.

Agro - A propaganda de defensivos agrícolas

Por Lidia Cristina J. Santos

A propaganda é um instrumento de informação da sociedade e, como tal, não pode ter o seu alcance limitado, exceto quando assim estabelecido por lei. Quando essa limitação ocorre sem que haja determinação legal, fere-se o princípio constitucional imaculável da liberdade de expressão, um dos mais consagrados direitos dos cidadãos assegurado como cláusula pétrea, pela Constituição Federal.

Proibir ou restringir inadequadamente a veiculação de mensagens publicitárias tem efeito contrário ao que medidas desse tipo supostamente buscam, qual seja a proteção e a defesa dos destinatários. A censura restringe o acesso ao conhecimento e limita a capacidade e a prerrogativa da escolha.

No art. 220, a Constituição Federal estabelece que a manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo, não sofrerão qualquer restrição. O que se admite, nos termos do inciso II, do parágrafo 3°, do artigo 220 da Constituição Federal é que, por meio de Lei Federal, se estabeleça mecanismos de proteção e defesa aos destinatários, quando a propaganda se referir a produtos, práticas e serviços que possam trazer riscos à saúde e ao meio ambiente.

Foi nesse sentido que a Constituição Federal determinou que a propaganda comercial de defensivos agrícolas estará sujeita a restrições legais e conterá, sempre que necessário, advertências sobre os malefícios decorrentes de seu uso.

Defensivos agrícolas são insumos, ou seja, só são utilizados para a produção vegetal, reduzindo os danos causados pelas pragas agrícolas (insetos, ácaros, fungos, nematoides e plantas daninhas) e contribuindo para o aumento da produtividade ou rendimento das lavouras.

Atualmente, a aquisição dos defensivos agrícolas só pode ser efetuada com a receita agronômica. Desta forma, a propaganda dirigida aos profissionais habilitados contribui para que, após o diagnóstico do problema, sejam prescritos os produtos mais adequados.

É fundamental que os profissionais que emitem as receitas agronômicas tenham sólida formação, estejam habilitados e atualizados. E a propaganda pode auxiliar como instrumento de educação e treinamento.

Outro aspecto positivo da propaganda é alertar os consultores, extensionistas e produtores rurais para os cuidados a serem tomados ao se utilizar os defensivos agrícolas. São as BPAs (Boas Práticas Agrícolas) e UCS (Uso Correto e Seguro), essenciais para os manipuladores/aplicadores e para a qualidade dos alimentos produzidos.

Restringir não é proibir! A restrição deve ser entendida, a bem da verdade, como uma exigência de advertência ao destinatário, respeitando-se, é claro, a particularidade de cada um dos produtos indicados quanto ao uso, riscos e benefícios.

O entendimento sobre o alcance dessas restrições não é uma tarefa fácil. Há muitos anos as empresas que produzem, importam e comercializam defensivos agrícolas têm enfrentado desafios junto ao Ministério Público Estadual e Federal, ensejando discussões setoriais sobre o melhor entendimento do assunto. O cerne da controvérsia refere-se ao tamanho das frases de advertência e aos meios aonde a propaganda de defensivos agrícolas é realizada.

A Lei 9294/96 e o Decreto 2018/96 estabelecem que a propaganda de defensivos agrícolas deverá restringir-se a programas e a publicações dirigidas aos agricultores e pecuaristas, contendo completa explicação sobre a sua aplicação, precauções no emprego, consumo ou utilização.

Na época em que foi editada essa legislação, a internet e as mídias sociais não eram utilizadas como fonte de consulta. A modernização da agricultura exige que essas fontes de consulta sejam utilizadas pelo produtor rural. É importante que se entenda que existem formas de dirigir esses meios aos interessados, sem que haja violação ao dever de informação e sem que se cause danos.

Recentemente, a ANVISA incluiu o tema na sua agenda regulatória, iniciando a avaliação do impacto regulatório da normatização do tema, iniciando, assim um importante debate que será feito com toda a sociedade.

A propaganda quando corretamente efetuada contribui para o aprimoramento da produção vegetal, visando maior produtividade e melhor qualidade, fundamentais para uma agricultura sustentável e qualidade de vida da população.

O autor

Lidia Cristina J. Santos é diretora financeira do CCAS e advogada-sócia do escritório Figueiredo e Santos Sociedade de Advogados e José Otávio Menten, Presidente do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS), Eng. Agrônomo, Mestre e Doutor em Agronomia, Pós-Doutorado em Manejo de Pragas e Biotecnologia e Professor Sênior da ESALQ/USP

Sobre o CCAS

O Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS) é uma organização da Sociedade Civil, criada em 15 de abril de 2011, com domicilio, sede e foro no município de São Paulo-SP, com o objetivo precípuo de discutir temas relacionados à sustentabilidade da agricultura e se posicionar, de maneira clara, sobre o assunto.

O CCAS é uma entidade privada, de natureza associativa, sem fins econômicos, pautando suas ações na imparcialidade, ética e transparência, sempre valorizando o conhecimento científico.

Os associados do CCAS são profissionais de diferentes formações e áreas de atuação, tanto na área pública quanto privada, que comungam o objetivo comum de pugnar pela sustentabilidade da agricultura brasileira. São profissionais que se destacam por suas atividades técnico-científicas e que se dispõem a apresentar fatos concretos, lastreados em verdades científicas, para comprovar a sustentabilidade das atividades agrícolas.

A agricultura, apesar da sua importância fundamental para o país e para cada cidadão, tem sua reputação e imagem em construção, alternando percepções positivas e negativas, não condizentes com a realidade. É preciso que professores, pesquisadores e especialistas no tema apresentem e discutam suas teses, estudos e opiniões, para melhor informação da sociedade. É importante que todo o conhecimento acumulado nas Universidades e Instituições de Pesquisa seja colocado à disposição da população, para que a realidade da agricultura, em especial seu caráter de sustentabilidade, transpareça. Mais informações no website: http://agriculturasustentavel.org.br/. Acompanhe também o CCAS no Facebook: http://www.facebook.com/agriculturasustentavel.

Lei de Proteção de Dados passa a valer nesta sexta-feira; o que muda?

Depois de impasses, nova legislação já é exigência em todas as empresas que usam dados de terceiros

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) foi aprovada em agosto de 2018 e, depois de impasses sobre seu vigor, foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro nesta quinta-feira (17). Os efeitos da legislação já valem a partir de hoje (18). Todas as empresas brasileiras que tratam de dados pessoais devem se ajustar às mudanças previstas em lei.

O que muda com a LGPD?

O impacto da nova legislação está relacionado aos acordos firmados entre empresas e seus usuários para utilização de dados pessoais. Seja ao entrar em sua conta do Google, navegar pelo Facebook ou publicar no Instagram, o usuário “alimenta” os bancos de dados dessas empresas com suas informações de navegação. Todas as marcas que armazenam e analisam dados fornecidos por seus consumidores deverão ser transparentes sobre a finalidade deste uso.

É o que explica o advogado Hermes de Assis, especialista em Direito Digital pelo escritório Urbano Vitalino. “Todos serão afetados. Todas as pessoas poderão invocar a proteção da lei, e nas relações sociais a aplicação da LGPD apenas não será considerada em raras ocasiões, como, por exemplo, em relação ao tratamento de dados pessoais por pessoa natural para fins particulares e não econômicos, o tratamento para finalidades jornalísticas, para fins de segurança pública ou defesa nacional, entre outros poucos exemplos.”

Fiscalização inexistente

Apesar de seus efeitos entrarem em vigor imediatamente, a Lei de Proteção de Dados não possuia até poucos dias atrás a autoridade estabelecida para fiscalizar sua aplicação nas empresas. A Autoridade Nacional de Dados Pessoais (ANPD), órgão responsável para cumprir este papel, teve diretoria constituída no fim de agosto pelo governo federal. Há projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional para tornar este órgão independente da Presidência da República, embora esta decisão tenha sido barrada pelo governo Michel Temer.

Quais são os impactos do adiamento?

Com as incertezas sobre o período em que a lei entraria em vigor, empresas tiveram um fôlego a mais para ajustarem suas medidas de privacidade de dados – mas há consequências neste atraso. Segundo Hermes de Assis, o adiamento da vigência abre ainda mais insegurança jurídica sobre a necessidade de se adequar às normas estabelecidas. Mas isso coloca as empresas que operam no Brasil em desvantagem, já que a legislação possui um aspecto viral que impacta diretamente nas negociações entre empresas e seus fornecedores.

“As empresas poderão ser responsabilizadas caso seus fornecedores ou parceiros comerciais não estejam adequados às mudanças na proteção de dados. Há uma linha de responsabilidade solidária das empresas, então as grandes corporações só deverão contratar outras empresas fornecedoras que estejam em conformidade com a lei. Por exemplo: se eu fiz minha parte conforme a LGPD, amanhã, quando for contratar outra empresa, estarei assumindo um risco muito grande se a empresa não estiver em conformidade com a LGPD também. E isso já acontece com empresas exportadoras, já que o Regulamento Geral de Proteção de Dados na União Europeia, ou GDPR, está em vigor desde 2018 e cobra esta responsabilidade das empresas”, explica Hermes de Assis.

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Eleições 2020 - Sexo frágil? Que nada!


Elas chegam firmes e fortes contra o gigante "Golias"

Ontem em Convenção ocorrida no CTG Querência Goiana foi definida o caminho que aliados do prefeito Vinícius Luz deverão trilhar.

Pela primeira vez na história política deste Município uma chapa pura, no sentido de gênero, só mulheres, são as candidatas Flaviane Scopel (a prefeita) e tendo como vice a atual presidente do Legislativo jataiense Katia Carvalho.

As jovens senhoras chegam empoderadas, cheias de garra para lutar pela sucessão do atual prefeito. O páreo não será nada fácil, mas, o que é natural, o otimismo não lhes faltam, acreditam numa postura diferente do eleitor, e principalmente no voto feminino, afinal o número de mulheres é maior que o de homens (IBGE).

O perfil das duas candidatas é parecido em alguns pontos, e a política é o principal destes pontos. 

Flaviane  Baldo Scopel Barbosa é advogada militante, defensora dos Direitos Humanos, protetora dos animais e defensora do meio ambiente reutilizando materiais recicláveis. Na última eleição no partido PTN teve uma votação expressiva com mil cento e treze votos.

Katia Carvalho na última eleição se sagrou vereadora com mais de 2 mil votos e hoje é a presidente da Câmara Câmara Municipal de vereadores.

Como diz o mago das letras, Gênio Eurípedes, "olhemos as nuvens", as quais já estão definindo suas formas.

Nosso problema hoje.

Já diziam nossos avós: Avô rico, Filho nobre, Neto pobre.

Por Celso Maggione

Pois é, a geração 60 e 70 teve que lutar, trabalhar e se reinventar.

Criaram filhos nas gerações 80 e 90 que receberam de graça essas lutas. Alguém se lembra? Vou passar para meu filho o que eu não tive.

Esses filhos criaram os netos das gerações 2000 e 2010 que receberam todas as facilidades de graça. Para que irão lutar, trabalhar e para que se reinventar?

Lembrando que TODAS as regras tem exceções, e são essas exceções que criarão o futuro nos próximos 50 anos.

Azar de quem perdeu o bonde da história.

Brasil e Paraguai reabrem parcialmente suas fronteiras para comércio

Foto: Divulgação
Os países haviam fechado fronteiras em março, por causa da expansão do novo coronavírus no continente.

Por Thauany Melo 

O Brasil e o Paraguai decidiram retomar o comércio entre as cidades fronteiriças de Foz do Iguaçu (PR) e Ciudad del Este (PAR); Mundo Novo (MS) e Salto del Guairá (PAR); Ponta Porã (MS) e Pedro Juan Caballero (PAR). Os dois países assinaram nesta quarta-feira, 16, uma ata bilateral que permite a reabertura das fronteiras.

Segundo o acordo, deve ser criado pontos comerciais próximos das fronteiras de cada país. Além disso, o documento cita procedimentos para realização de compras pelos cidadãos dessas cidades. Os requisitos aduaneiros migratórios e sanitários determinados por cada país devem ser respeitados.

As fronteiras foram fechadas em março, em virtude da expansão do novo coronavírus no continente.

Segundo o Ministério da Saúde do Paraguai, o país tem 29.298 pessoas contaminadas e 552 mortos por Covid-19. Já o Brasil está com 4,4 milhões de casos e 134,1 mil mortos pela doença.